O desenvolvimento de software está mudando!

Toda empresa deve inovar utilizando a tecnologia de alguma forma . A próxima geração de aplicativos serão aqueles que funcionam em tempo real, orientados a eventos e que fazem a utilização de tecnologias modernas como IoT (Internet das Coisas), Mobile e AI (Inteligência Artificial). Eles serão executados na nuvem, na borda (Edge Computing) e em datacenters corporativos.

Essas aplicações tornar-se-ão o sistema nervoso das empresas e irão ligar tudo a qualquer coisa. No entanto, desenvolver e gerenciar essas aplicações com as ferramentas atuais é muito difícil e muito oneroso.

Atualmente os sistemas geralmente automatizam fluxos de negócios existentes nas corporações com o intuito de aumentar a produtividade e reduzir atividades manuais. Aplicativos de ERP e CRM são grandes exemplos disto. Ao mesmo tempo a evolução caminha para uma necessidade da empresa agir praticamente em tempo-real e trabalhar com um volume de dados altíssimo (IoT, Redes sociais, Mobilidade, Serviços Web etc.).

Sentir, Analisar e Agir

Como estas tecnologias serão implantadas em muitos locais (servidores, dispositivos, nuvem etc..) o software também terá que evoluir. Os dados gerados na ponta (borda) de uma rede terão que ser analisados mais próximo (e até mesmo dentro do próprio dispositivo) e em tempo real para ativar ações em milissegundos. Por exemplo para resolver um problema de segurança ou até mesmo desligar o serviço ou o componente problemático. Esses “nós” (na borda) e a utilização de computação distribuída irão garantir a capacidade de resposta necessária sem sobrecarregar a rede ou a nuvem.

Um outro requisito importante nesta onda de digitalização das empresas é o de criar colaborações inteligentes entre aplicativos e os seres humanos. Em geral, o software atuará quando a relação causa x efeito for conhecida e os seres humanos irão atuar ou ajudar quando a sua experiência, intuição e capacidade de abstração e pensamento forem essenciais e benéfico. Esta sinergia permitirá níveis mais altos de eficiência operacional e novas oportunidades de negócios.

Novas abstrações são necessárias para lidar com esses novos requisitos. Ao longo da história da computação, as abstrações são criadas para tratar a complexidade crescente. Exemplos disso são: linguagens de programação de alto nível, Ferramentas de design visual e a virtualização. Para reduzir a complexidade e aumentar a agilidade, a próxima geração de plataformas de desenvolvimento deverá conter novos níveis de abstração.

E é neste cenário que nós da Nx2 estamos trabalhando com a plataforma VANTIQ. Uma empresa fundada em 2015 por um time de profissionais com larga experiencia como Marty Sprinzen e Paul Butterworth. O VANTIQ é uma plataforma de desenvolvimento de software de “baixo código” que permite às empresas digitalizar seus negócios incorporando tecnologias modernas como IoT, mobilidade e comunicação em tempo real. A solução é construída em uma arquitetura totalmente moderna e inovadora, orientada a eventos, distribuída e colaborativa. As aplicações construídas com o VANTIQ são projetadas para serem de missão crítica. Qualquer elemento pode ser alterado dinamicamente e sem ficar “fora do ar”. Serviços podem ser definidos como backup e serem implantados automaticamente se uma falha ocorrer.

Vantiq

O VANTIQ é um PaaS (Plataforma como serviço) destinada a simplificar drasticamente o desenvolvimento, implantação e manutenção das aplicações que direcionam a transformação digital. Ele não é um API-Gateway ou um simples orquestrador, é muito mais do que isso. Através dele é possível construir a lógica do software e distribuí-lo em diferentes formatos para vários dispositivos. Isso permite ao desenvolvedor focar nas características e regras de negócio. No modelo anterior, era necessário desenvolver os códigos linha por linha, o que exigia tempo e gastos significativos. A plataforma permite reduzir o desenvolvimento de soluções de meses para dias.

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